quarta-feira, 29 de agosto de 2018

O FALIDO sistema penitenciário brasileiro!


Comprando gato por lebre: A falácia da prisão como política de segurança pública



Por Guilherme Rodrigues Tartarelli Pontes e Isabel Lima



A SITUAÇÃO dramática do sistema prisional brasileiro toma as manchetes nacionais quando um grande número de presos é barbaramente assassinado em alguma prisão Brasil adentro. Nos primeiros 15 dias de 2017, já ultrapassavam uma centena as vítimas das chacinas ocorridas em prisões do Norte e Nordeste do país. Todas elas anunciadas há anos, sem qualquer ação efetiva do Estado para evitá-las. Mais chacinas foram registradas em 2018, ganhando mais ou menos espaço na imprensa. Comum a estes momentos, as narrativas construídas pelas autoridades e meios de comunicação falavam em “crise” do sistema penitenciário em decorrência da disputa entre facções. Pouco ou nada se falou, no entanto, da responsabilidade do Estado brasileiro, que pode – e deve – ser apontada por múltiplos aspectos.

sábado, 25 de agosto de 2018

RONALD Wolff!

O médico popular que acompanha os grevistas de fome


Para o médico popular Ronald Wolff, o engajamento na greve é um chamado à medicina pautada nos interesses sociais. (Foto: Sheyden AfroIndígena)

Experiência, que mescla medicina e luta por direitos sociais, será contada em livro



Por Cristiane Sampaio (DF), para o Saúde Popular

QUAL a relação existente entre a medicina e a luta política? Para o médico Ronald Wolff, um dos que acompanham os sete militantes de movimentos populares em greve de fome em Brasília (DF), o vínculo entre as duas é estreito e marcado por uma interação permanente.

Engajado no movimento pela universalização do direito à saúde, Wolff é integrante da Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares (RNMMP) e tem forte envolvimento com a luta por direitos sociais. Um laço que não se desfaz há décadas, desde os primórdios da discussão sobre a reforma agrária no âmbito da Pastoral da Terra, ligada à Igreja Católica, na década de 1970.

A partir daí, vieram, por exemplo, as Romarias da Terra, a filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT) e uma compreensão cada dia mais fortalecida de que a garantia da saúde pública é pauta central na luta por direitos.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

CÁSSIO de Andrade!

Como era o sistema eleitoral na década de 1970


EM TEMPO de eleições, vou iniciar aqui minhas memórias eleitorais de 1978 pra cá, o período que minha memória alcança. Em 1974 só tinha 06 anos e só me lembro do general Geisel.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

HOMEM que espancou e matou a mulher era também mais um "cidadão de bem"!

Fonte: Internet


O HOMEM que espancou a mulher e a matou era um cara normal.

Estudou, casou, trabalhava, tinha uma família. Não era nenhum doido não. Era apenas homem.

O perfil no facebook parece ter sido trancado agora, mas não era.

Leia também:





Achava absurda a corrupção no país. Dizia lutar por um mundo melhor. Defendia a tradicional família brasileira.

Afirmava que bandido bom era bandido morto. Apoiava a posse de armas. Fazia campanha para político fascista e compartilhava memes do MBL.

Agora ele é o bandido. Será que ainda quer pena de morte?
Ele queria ter uma arma. Alguém acha que ele poderia ter uma arma? Você tem que saber que quando afirma ser a favor da liberação da posse de arma, você tá dando um revólver pra vários Luis Felipes.

Você tá aprisionado milhares de mulheres, e não deixando elas mais seguras.

Porque a gente não quer ter uma arma pra se defender de marido assassino não. A gente quer é que não exista mais marido assassino.

O cara que matou a mulher não é anormal, não é louco, não é psicopata, não tem problemas mentais. É só mais um homem que quer mandar na mulher.

Talvez, se ele acompanhasse nas redes discursos diferentes do que ele via, a história seria outra. 
Talvez, se não tivesse um babaca fascista falando todo dia na cabeça dele que mulher tem que ser submissa mesmo, ele teria desconstruído esse machismo e poderia, hoje, não ser um assassino.

É isso que a gente tem que sacar. Tem discurso que mata. Que transforma pessoas em bandidos.

É muito difícil pra mim conceber a candidatura de um fascista ao maior cargo público do país.

(...)

Eu tenho certeza que o fascista não vai ganhar eleição. Mas só dele ser um candidato possível, já é triste! Já é uma perda enorme. 
Dar voz a isso é criminoso.

Mônica Dominato Cury (via Facebook, acesso em 21ago2018)

Deus nos livre desses cidadãos de bem!

L.s.N.S.J.C.!




sábado, 18 de agosto de 2018

PRESO mais um "cidadão de bem"!

Empresário flagrado com menina de 13 anos é mais um "cidadão de bem"


Nas redes sociais, Fabian Neves dedicava seu tempo quase que exclusivamente para exaltar Jair Bolsonaro, vociferar "contra a corrupção", o "perigo comunista" e posar ao lado da esposa em viagens no exterior. Na vida real, o empresário estuprava uma menina de 13 anos



Pedófilo Fabian Neves dos Santos é fã incondicional de Bolsonaro (reproduzido do Facebook)


Kiko Nogueira, DCM



PRESO em flagrante por estuprar uma menina de 13 anos em Manaus, o empresário Fabian Neves dos Santos, 37, vai para a cadeia.
A juíza Patrícia Chacon, da Vara Especializada em Crimes Contra a Dignidade Sexual de Crianças e Adolescentes, decretou preventiva de 30 dias.

Fabian e a tia da garota, que responde por aliciamento, haviam sido detidos no último dia 7 num motel. Em sua camionete Hilux foram encontrados 10 mil reais em dinheiro, que seriam usados para o programa.

“A criança contou que essa tia falava que ela ia apanhar caso não mantivesse relações com os homens que ela conseguia. A vítima era obrigada a se prostituir”, contou a delegada Joyce Coelho.

Ele é dono de uma companhia de segurança, a Forte Vip. Em dezembro de 2016, atrasou salários de seus funcionários e foi chamado de empresário-ostentação pelo site Portal Holofote.

Alegando prejuízos à sua imagem e honra, foi à justiça para tentar censurar a publicação. O juiz negou.

Fabian também se definia como “cidadão de bem” nas redes sociais, da mesma maneira que o professor de biologia Luís Felipe Manvailer, acusado de atirar a esposa do quarto andar, e Denis Furtado, o Doutor Bumbum.

Sua empresa tem contratos com o poder público. Nas redes sociais, aparece em fotos com a mulher em barcos e em viagens no exterior. O perfil dele ainda não foi apagado e pode ser visto aqui.

Chama a atenção a quantidade de posts em apoio a Jair Bolsonaro. Num deles Fabian elenca as qualidades que admira em seu candidato: “a moral, os bons costumes e os valores cristãos”.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

15 DE AGOSTO, um dia para ficar na história!

Brasília, 15 de agosto de 2018: Manifestantes de esquerda mobilizados para o registro da candidatura
 de Luís Inácio Lula da Silva ao cargo de presidente da República. (fonte Internet)

AGOSTO é encarado tradicionalmente como o mês do azar, má fama que aumentou na história política brasileira desde que foi nesse mês que Getúlio Vargas foi levado ao suicídio (no dia 24) pela campanha maledicente e golpista da direita; e foi nele também que Jânio Quadros tentou montar um golpe, que não deu certo, e sua renúncia à presidência da República ocorreu no dia 25 de agosto.

Mas esta quarta-feira, 15 de agosto, contraria essa má fama e pode trazer recordações mais positivas, alegres e alvissareiras. Esta data fica marcada por uma vitória histórica para a democracia, os democratas e patriotas em nosso país. Nunca na história do Brasil, o simples pedido de registro de uma candidatura a uma disputa eleitoral mobilizou tantas pessoas e teve tanta repercussão política. 

Brasília viveu hoje um clima de festa cívica. O pedido de registro da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência da República pela coligação “O Povo Feliz de Novo”, formada por PT, PCdoB e PROS, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi acompanhado por mais de 50 mil pessoas que se manifestaram em frente ao tribunal – muitos deles integrantes das três colunas que, na sexta-feira (10), partiram, a pé, de cidades nas redondezas da capital federal – as colunas Ligas Camponesas, Prestes e Teresa de Benguela. Milhares de manifestantes que, nas ruas de Brasília, fizeram as vezes dos milhões que, em todas as cidades pelo pais, lutam pela democracia e o direito de Lula disputar a eleição de outubro.

O ex-presidente Lula da Silva se encontra há 100 dias injustamente aprisionado em Curitiba. E mesmo assim lidera as pesquisas de opinião para a eleição presidencial de outubro, e exaspera a direita e os conservadores cujos candidatos não decolam, rejeitados pelos brasileiros.

A luta alcança um novo patamar. A bandeira que agora se impõe é garantir a candidatura de Lula, que os setores conservadores tentarão impugnar, num esforço típico da direita de vencer no tapetão pois sabem que, nas urnas, perdem... E, garantido o nome de Lula na tela da urna eletrônica, acelera-se a luta pela conquista do voto dos brasileiros. As pesquisas de opinião indicam um rumo profícuo – o esforço será para transformar estas previsões eleitorais em resultado concreto e final, elegendo pela quinta vez, desde 2002, um presidente comprometido com a democracia, o desenvolvimento do país, o emprego e a renda dos trabalhadores, e a soberania nacional. E este presidente tem nome e sobrenome: Luiz Inácio Lula da Silva. (Portal Vermelho, acesso em 17ago2018)

"Todo poder emana do povo".

L.s.N.S.J.C.!


quinta-feira, 16 de agosto de 2018

SUPERANDO preconceitos, quilombola gradua-se em medicina!


O jovem resolveu contar um pouco de sua história



Fonte: Pragmatismo Político


SEIS longos anos se passaram desde a minha aprovação em Medicina na UFS Campus de Lagarto, e com a proximidade da colação (faltam exatamente 100 dias) resolvi compartilhar um pouco da minha história.

Eu, João Santos Costa, negro, quilombola, filho de lavradores, nascido e criado na roça, filho do meio e integrante de uma família humilde composta por 11 irmãos e rodeada pela pobreza, chego ao fim de uma enorme batalha!

Atualmente com 24 anos de idade, sou oriundo da cidade de Simão Dias-Sergipe, nascido e crescido no povoado Sítio Alto, uma comunidade autodeclarada quilombola, formada por descendentes de escravos e que desde sua criação foi assolada pela pobreza e por precárias condições de vida e moradia. Desde criança já sabia que para poder melhorar a minha condição social e a da minha família teria que sair do paradigma que era comum onde eu morava (trabalhar na roça para prover o sustento) e me aventurar no mundo da educação e do conhecimento.

Leia também:

https://www.abodegadovalentim.com/2018/02/piauiense-e-o-mais-jovem-doutor.html

https://www.abodegadovalentim.com/2018/05/doutor-dorival.html


quarta-feira, 15 de agosto de 2018

JOSÉ Luís Fevereiro!

Por que votei no Cabo Daciolo em 2014

Cabo Daciolo (fonte: DCM)


DIZEM que filho feio não tem pai, mas isso só vale para os fracos. Votei e fiz campanha para Daciolo nas eleições de 2014. Conheci o cabo Benevenutto Daciolo em 2011 quando ele surgiu como a principal liderança do movimento dos bombeiros do estado do Rio de Janeiro.

Os bombeiros recebiam de salário base R$1.198 no Rio enquanto em Brasília o piso era de R$3.453. O movimento buscava um piso de R$2.000 de imediato e a aprovação da PEC 300 que estabelecia um piso nacional salarial para Bombeiros e Policiais Militares. O movimento surpreendeu a todos com a extraordinária organização e imediatamente contou com a solidariedade da população.

Milhares de bombeiros marchavam pelas ruas, sempre fora dos seus plantões para não serem acusados de motim, gritando suas palavras de ordem e parando para rezar e pedir o apoio de Deus com frequência. Compreensivelmente é uma categoria com forte religiosidade sendo na sua maioria evangélicos. Afinal, para nadar 200 metros mar revolto adentro para resgatar alguém de afogamento, ou entrar em um edifício em chamas para salvar uma criancinha no terceiro andar é preciso acreditar que Deus está no comando. Só na racionalidade e no profissionalismo é mais difícil.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

A PERIGOSA candidatura de Jair Bolsonaro!


Recorte de jornal com a notícia do assalto de que Jair Bolsonaro foi vítima em 1995: "Me senti indefeso" (fonte: Internet)

PERIGOSÍSSIMA a candidatura do capitão do Exército Jair Messias Bolsonaro. O perigo não reside apenas na pessoa em si do polêmico parlamentar. Sim, porque, na hipótese de sua eleição (toc toc toc!), pode ele e sua equipe reformular parcela de suas propostas e abandonar alguns de seus discursos eleitoreiros (por serem inviáveis), que vem fazendo para agradar o eleitorado ultraconservador. No entanto a esta altura ninguém em sã consciência acredita nisso, tal é o estado de decrepitude do dito cujo.

Trata-se, na verdade, de candidato pragmático.


O oportunista!


Ainda no EB, o capitão Bolsonaro  em 1986 ganhou notoriedade nacional ao escrever um artigo para a revista Veja protestando sobre os baixos salários dos militares, tema de interesse para a totalidade dos milicos de baixa patente (de soldados a capitães), mormente nessa época.

Mas não ficou aí, talvez porque ainda obtivera o resultado pretendido.

Em 1987, um ano depois, Bolsonaro levou ao conhecimento da mesma revista Veja a operação "Beco sem Saída", que era uma forma de protesto utilizando bombas de pouco potencial em instalações militares do Rio e em alguns pontos da cidade. Os atos de terrorismo visavam a chamar atenção, mais uma vez, para os baixos salários da classe militar.

Era aí a gota d'água para a sua exclusão do Exército. No entanto, por insuficiência de provas, o militar acaba absolvido. Logo, porém, seria transferido para a Reserva Remunerada no posto de capitão, entrando na carreira política no ano de 1988, vencendo o pleito para vereador do Rio. 

Em 1990, elege-se deputado federal, estando agora na sua sétima legislatura. O aumento salarial dos militares foi a sua primeira bandeira política, credenciando-o a uma carreira parlamentar que já dura trinta anos.

De início era a melhoria de soldo dos militares, por isso, no começo, a família militar do Rio de Janeiro constituiu-se na absoluta maioria de seus eleitores.  Logo depois essa bandeira se alargaria em direção aos demais militares: policiais e bombeiros.

Não se tem notícia, todavia, de que o parlamentar tenha conseguido de aumento um centavo sequer em favor de seus representados. Esse pormenor, no entanto, parece não interessar a seu eleitorado cativo, eleitores incondicionais do capitão Bolsonaro.

Com o passar do tempo, e principalmente com a chegada do Partido dos Trabalhadores e partidos de esquerda aliados ao poder, Bolsonaro, vendo que surtia efeito, foi pegando carona nos pensamentos dos setores da sociedade mais à direita e ampliou suas bandeiras, passando também a combater o comunismo e as esquerdas, os programas sociais, os movimentos sociais, as minorias raciais e sexuais e outros. 

Não queremos, porém, traçar a biografia do polêmico e preconceituoso candidato.

O perigo maior está no seu eleitor, uma vez que tende a sentir-se autorizado a perseguir tais grupos.


Armar a população: uma proposta simplista, perigosa e demagógica!


Veja mais:



https://noticias.r7.com/sao-paulo/policial-militar-e-baleado-durante-assalto-na-zona-leste-de-sao-paulo-29062018

Uma das propostas do candidato é armar a população, viabilizando o acesso do chamado "cidadão de bem" a armas de fogo e munições. Visa, segundo alega, a combater a marginalidade, dar segurança a cada cidadão.

Essa proposta simplista -- é necessário esclarecer -- omite  perigos reais para a população e, em vez de protegê-la, tem tudo para produzir efeito contrário, ou seja, deixá-la mais insegura, "indefesa" nos termos que o próprio declarou em 1995. 

Em primeiro, não diz o candidato que para massificar a venda de armas, essa proposta necessariamente tem de passar pela aprovação do Congresso Nacional. Começa a mentir aí.

Ademais, o candidato não entra em detalhes sobre os custos para quem quer possuir uma arma de fogo, cujo valor mínimo é na casa de 3 mil reais, e um único projétil (bala) custa 10 reais. Aulas tiro não custam menos que 6 mil reais; depois documentação etc. Tudo isso e ainda não se sentirá seguro. 

Por que?

Como prova a notícia do recorte de jornal lá do início desta postagem, ninguém está seguro pelo simples fato de portar uma arma. Ao contrário, os marginais não atacam sozinhos e utilizam o elemento surpresa (nem se precisa ser militar para saber disso), e, sabendo que você porta uma arma, o cidadão de bem acaba reforçando o arsenal do crime. Nenhum ficará seguro simplesmente por possuir uma arma e até mesmo policiais militares e civis são vítimas, pagando até mesmo com a própria vida, apenas por possuírem esse objeto cobiçado.

Além disso, há a questão do temperamento do brasileiro. Uma discussão em casa ou um desentendimento no trânsito podem descambar numa tragédia. Resultado: o agressor vai parar na cadeia e sua família vai sofrer muito com isso, além de -- é claro -- a família da vítima. 

Sabemos de casos de suicídio. Muitos jovens ou adultos se suicidam porque encontram uma arma em casa.

Então, meus amigos, o candidato é mentiroso e demagógico quando passa a ilusão de que, armada, a população estará segura.


Recortes de notícias sobre a violência armada e o perigo que representa para a população em geral (fonte: Internet)


Educação plena e melhor distribuição de renda, incluindo aí reforma agrária, são, sim (e não as soluções simplistas) fatores que tornarão o país mais seguro e socialmente mais justo.

Falando em educação e distribuição de renda, lembremos que Bolsonaro votou a favor do projeto do Temer que congela por vinte anos os investimentos em saúde e educação (veja aqui). E sobre a distribuição de renda, é dele o projeto do imposto único, que faz com que as camadas mais pobres paguem o imposto das camadas mais altas. Tudo exatamente o contrário do que o Brasil precisa.

Talvez se as pessoas lessem um pouco mais, se informassem mais, não estariam tratando o assunto de modo tão simplista e ingênuo.

O despreparado!


Os endereços eletrônicos seguintes atestam, por si só, o despreparo do candidato, não precisando de mais comentários:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/roda-viva-expoe-o-perigo-de-um-pais-de-milhoes-de-bolsonaros-por-ricardo-kotscho/

https://www.pragmatismopolitico.com.br/2018/07/mentiras-entrevista-bolsonaro-roda-viva.html?utm_source=push&utm_medium=social&utm_campaign=artigos


https://altamiroborges.blogspot.com/2018/08/o-perigo-de-um-pais-de-milhoes-de.html



Patrimônio incompatível com a renda declarada!

Ah sim! Você vai votar em Bolsonaro porque ele é honesto. Nem digo nada sobre ele estar na política há 30 anos e quase nada (ou mesmo nada) de efetivo tenha feito nem ao menos pelos militares que nele confiam. Nem contar sobre seus filhos, com três deles na política, nada diferente de tantos outros politiqueiros carreiristas.

O candidato entrou pobre na política e hoje tem um patrimônio de 15 milhões de reais, conforme você pode atestar numa busca pela internet. 

Veja essas postagens:

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/01/1948526-patrimonio-de-jair-bolsonaro-e-filhos-se-multiplica-na-politica.shtml


https://congressoemfoco.uol.com.br/especial/noticias/bolsonaro-e-filhos-acumulam-pelo-menos-r-15-milhoes-em-patrimonio-imobiliario/



Além de mentiroso, despreparado e antidemocrático, ainda que nenhuma das propostas polêmicas do candidato sejam efetivadas, o simples fato de sua possível eleição desencadearia uma onda de ódios e preconceitos. 



Fonte: Internet


Mas há uma coisa boa no fato de Bolsonaro ter se candidatado a presidente da República: ficará sem mandato, desonerando a Nação de mais um come-e-dorme lambanceiro.

Mas, como dizia Jorge Ben, os alquimistas estão chegando e isso também é perigoso.

L.s.N.S.J.C.!


sexta-feira, 3 de agosto de 2018

GUERRA do Contestado!


Por José Augusto Moita

Fonte: Google.com

VOCÊ pode até achar que estou por fora ou então que estou inventando, mas é você que por não conhecer o passado, permite que o infortúnio sempre venha. Porém essa matança aconteceu, e o nome dela chamou-se Guerra do Contestado, é só correr para os livros de história. Mas para os que não gostam de pesquisas, vou explicar.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

PROFESSORES: metade não recomenda a profissão!

No Brasil de Temer, metade dos educadores não recomenda aos jovens a própria profissão





NO BRASIL, metade dos professores não recomendaria a um jovem se tornar educador, por considerar a profissão desvalorizada, revela a pesquisa Profissão Docente, iniciativa da organização Todos Pela Educação e do Itaú Social.

De acordo com o levantamento feito pelo Ibope Inteligência em parceria com a rede Conhecimento Social, a maioria (78%) dos professores disse que escolheu a carreira principalmente por aspectos ligados à afinidade com a profissão. Entretanto, 33% dizem estar totalmente insatisfeitos com a atividade docente e apenas 21% estão totalmente satisfeitos.

Veja também:

http://www.abodegadovalentim.com/2018/02/a-precarizacao-das-relacoes-de-trabalho.html

http://www.abodegadovalentim.com/2017/12/antonio-novoa.html



Durante a pesquisa, foram entrevistados 2.160 profissionais da educação básica em redes públicas municipais e estaduais e da rede privada de todo o país, sobre temas como formação, trabalho e valorização da carreira. A amostra respeitou a proporção de docentes em cada rede, etapa de ensino e região do país, segundo dados do Censo Escolar da Educação Básica (MEC/Inep).

Para o diretor de políticas educacionais da organização Todos pela Educação Olavo Nogueira Filho, os dados são preocupantes. Ele reforçou a necessidade de repensar a valorização da carreira dos professores brasileiros. “Há bastante tempo conhecemos o desafio da desvalorização docente, da falta de prestígio em relação à carreira, mas acho que os novos dados chegam para reforçar e, mais uma vez, mostrar que temos um longo caminho a ser trilhado na educação, no que diz respeito à valorização da carreira”, afirmou.
Formação

Os docentes apontam como medidas mais importantes para a valorização da carreira, a formação continuada (69%) e a escuta dos docentes para a formulação de políticas educacionais (67%). Eles consideram urgente a restauração da autoridade e o respeito à figura do professor (64%) e o aumento salarial (62%).

Para o diretor Nogueira Filho, os números passam relevante mensagem no sentido de desmistificar o senso comum, que coloca a questão salarial como o principal problema para a carreira docente no país.

“O debate, de modo geral, tem colocado ênfase, de maneira quase isolada, na questão salarial. E, de fato, esse ponto surge no conjunto das principais medidas que as pessoas entendem como importantes para valorizar a carreira, mas não aparece na pesquisa como fator principal. Acho que isso traz uma questão importante sobre a discussão da valorização], que precisa ir além da questão do salário.”


A remuneração média dos professores no Brasil atualmente, segundo a pesquisa, é de R$ 4.451,56. A maioria dos docentes (71%) tem a profissão como principal renda da casa e 29% afirmam ter outra atividade como fonte de renda complementar.

Segundo a pesquisa, um em cada três professores tem contrato com carga horária de menos de 20 horas semanais, o que pode ter impacto na renda e no cumprimento de um terço da carga horária, prevista na Lei do Piso do Magistério para atividades extraclasse. Pelo menos 58% dos professores afirmam ter tempo remunerado fora da sala de aula. Contudo, somente cerca de 30% dos docentes dispõem de aproximadamente ou mais de um terço da carga horária para planejamento de aula.

Políticas públicas


Os professores ouvidos pela pesquisa consideram que é papel das secretarias de Educação oferecer oportunidades de formação continuada (76%), mas não concordam que programas educacionais, como um todo, estejam bem alinhados à realidade da escola (66%). Apontam a falta um “bom canal de comunicação” entre a gestão e os docentes (64%), e dizem que não há envolvimento dos professores nas decisões relacionadas às políticas públicas (72%). Também consideram aspectos ligados à carreira mal atendidos, como o apoio à questões de saúde e psicológicas (84%) e ao salário (73%).



Falta de confiança