sábado, 14 de julho de 2018

JOSÉ Augusto Moita!

Os Bítus no Vietnã




Fonte: Internet


COMO OS meninos de Liverpul todo o mundo conhece, vamos fazer uma breve exposição do que foi a carnificina promovida pelo país sem nome no sudoeste asiático antes de entrarmos no mérito da questão.

A Indochina Francesa, que mais tarde viria a ser o Vietnã, começou a ser explorada pelos franceses em meados do Sec XIX, e nessa mamata eles passaram quase noventa anos. Só que para azar dos filhos do rei sol, surge um sujeito pelos anos trinta do século seguinte, que ficou conhecido por Ho Chi Minh "aquele que ilumina", para botar gosto ruim no patê de fígado de ganso deles. A princípio Tio Ho, como era carinhosamente chamado pelo seu povo, vai na maciota, tipo Gandi na Índia... 

"Negada, rão simbora. Deixa nois impaz..."

Ho Chi Minh (fonte: Internet)


E os franceses, sem querer largar a boquinha. Como papo nunca funcionou nesses casos, os vietnamitas pediram ajuda dos moscovitas e botaram os franceses para correr das terras deles. Mas ONU, pra dar uma de boazinha, entre na arenga e divide o Vietnã em dois, tipo como fizeram na Alemanha, na Coreia... e pelo mundo afora.

Só que dentre o pessoal que ficou no Sul tinham uns comunistas, os vietcongues, que, com a ajuda do Tio Ho, resolveram unificar tudo sob a bandeira vermelha da estrela amarela. Aí o pau torou, os ianques chegaram, fizeram todo tipo de atrocidade, de guerra química à matança indiscriminada de civis, velhos, mulheres e crianças, com tudo devidamente documentado.


Fonte: Internet

E onde é que entram os Bítus? Calma, chego já lá.

Por volta de 1967, no auge da guerra, um comando vietcong de uma dezena de guerrilheiros toma a rádio oficial de Saigon, capital do Vietnã do Sul, com o intuito de divulgar através de suas ondas magnéticas uma mensagem de Ho Chi Minh denunciando as atrocidades praticadas pelos invasores ianques. Esses, por sua vez, detentores de alto conhecimento tecnológico, conseguem bloquear o sinal da rádio de Saigon, passando para o controle deles a transmissão. E sabem o que eles jogam no ar? Música, naturalmente.

E qual música?

Ora , bitoumaníacos leitores, nada melhor para encobrir um protesto esquerdistas que uma música alienante, não? E tome Relp e Leirebi nas oiças dos garotos que amavam os bìtus e os rolistones....

P.S. Dion Leno, o único dentre eles que fez música pacifista à época, só o fez depois que saiu da banda.

Em Udistoque não se tocou uma só canção dos garotos de liverpul. (via Facebook) 


Se há neste mundo um país cruel, capaz de qualquer abominável ato de atrocidade, e -- pior -- sob a capa da legalidade e da democracia, esse é o tal País sem nome, ao qual o amigo J. A. Moita se referiu.

L.s.N.S.J.C.! 

2 comentários:

  1. Os ianques superaram os grandes conquistadores/invasores que a História Universal registrou. Nem Alexandre, O Grande,ou Gengiskan, que se limitaram em suas guerras sanguinárias de usurpação em dois continentes, são páreos para um povo que matou e mata inocentes em toda superfície do Planeta.

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    1. E, a exemplo de muitos "homens de Deus" que por aqui usurparam o poder, esse país se julga predestinado. O tal "destino manifesto", de que com certeza você já ouviu falar ou leu.

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