domingo, 2 de outubro de 2011

BOTAFOGO perde para o Atlético de Goiânia

AO JUSTIFICAR a escalação dos reservas na Copa Sul-Americana, Caio Jr. citou o ditado que ensina que quem tudo quer nada tem.Mas deveria ter lembrado de outro, aquele que diz que quem não arrisca não petisca. 

Ora, jogando no Rio contra um time fraco, o Botafogo deveria ter ido com tudo para poder se poupar no jogo de volta. Porque a Copa Sul-Americana é menos complicada de ser vencida do que ficar na zona da Libertadores no Brasileirão.E não deu outra: o Botafogo só empatou pela Copa e perdeu no Brasileirão para o Atlético Goianiense, com seis reservas, que lhe aplicou um vareio de bola no primeiro tempo, quando Felipe marcou duas vezes, no primeiro e no décimo minuto de jogo, no Serra Dourada, com 12.264 pagantes. 

O terceiro gol só não saiu ainda no primeiro tempo porque ou Jefferson defendeu, ou teve sorte, ou a trave impediu. Verdade que no começo do segundo tempo o Botafogo foi melhor, mas não o suficiente para ameaçar a vitória goiana. E, assim mesmo, o terceiro gol esteve mais perto dos anfitriões, até numa falta cobrada pelo goleiro Márcio que bateu no travessão e escorreu pela junção e pela trave direita. Márcio, por sinal, sentiu um problema muscular ao fazer a cobrança e teve de sair para a entrada de Roberto, o goleiro reserva, que logo recebeu um cartão amarelo. O Botafogo já havia trocado Herrera por Lucas Zen e, depois, Elkeson por Caio, além de Maicosuel por Felipe Menezes, todos que acabaram ainda sob um impiedoso olé do rubro-negro do Brasil Central que, no fim, fez nova troca, ao tirar Bida, que jogou muito, para botar Dodó. 

Mas a noite era de outro Felipe, o artilheiro do Dragão, que quase fez o seu terceiro gol aos 47 e que saiu aos 49, com o nome aclamado, para a entrada de Marcão.
(por Juca Kfouri)

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