sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

CRAQUES inesquecíveis: Zico


E A SÉRIE “Craques Inesquecíveis” chega, enfim, à camisa 10. Então é chegada a vez de Zico. O "Galinho de Quintino", apelido que ganhou no início da carreira no Flamengo, foi o grande craque da minha geração. E admito: eu o adiava com todo o rancor que um torcedor poderia carregar no peito. Também, um craque assim jogar no Flamengo e não no meu time de coração? 

Passados longos anos aí caiu a ficha. Minha revolta com o craque era pura dor de cotovelo pelo fato de ele ser o grande astro do time carioca, que nos anos 80 dominava o futebol brasileiro. Demorou para eu entender, mas quando finalmente compreendi isso passei a ser um eterno defensor do Galo. 

Zico foi genial dentro e fora de campo. Nos bastidores de um programa da TV Cultura, eu pude ter um contato melhor com Zico. E foi ali que o camisa 10 me "ganhou" de vez. Zico atendeu a todos os participantes do programa com a classe apresentada em campo. Posou para fotos, conversou, enfim, ganhou fãs  incondicionais a partir daquele momento. 

Zico foi um vencedor, porém ficou marcado pênalti perdido diante da França, no Mundial de 1986. Uma falha, mas que não o torna menos craque ou ídolo pra mim. Pelo contrário. Zico sempre foi magistral nas faltas e nas batidas de penalidade máxima. Um craque completo. 

Naquele dia, no entanto, deu azar. Paciência! Foi doído? Lógico que foi, mas Zico merece ser lembrado e aplaudido pelo que fez como um craque para o futebol brasileiro e mundial. Aos pessimistas e eternos críticos, o Galo foi um derrotado na carreira, pois nunca venceu um Mundial e enterrou o Brasil naquele tarde no México. Eu discordo! 

Títulos marcam, sim, a carreira de um jogador. Mas não fazem de um atleta médio, que venceu um torneio pela força do grupo, superar a qualidade de um craque que, no entanto, não teve a mesma sorte de levantar um caneco tão almejado. 

Por isso, reputo o Zico como um grande craque. E vencedor. Um dos maiores atletas que eu tive o privilégio de ver jogar. Só tenho a agradecer a Zico, apesar de toda dor daquele Mundial em terras mexicanas. Isso faz parte, o futebol é assim. Se eu fosse mais jovem, talvez não pensaria assim... Ainda bem que amadureci. Valeu, Zico!


Quem é ele?
Arthur Antunes Coimbra
Posição: Meia
Nascimento: 03/03/1953
Copas: 1978, 1982 e 1986
Jogos pela seleção: 88 (17 não-oficiais)
Gols pela seleção: 66 (18 não-oficiais)
Clubes: Flamengo, Udinese-ITA, Flamengo e Kashima Antlers-JAP
Títulos: Campeão do Estadual do Rio em 1972, 1974, 1978, 1979, 1981 e 1986; Brasileiro em 1980, 1982 e 1983 e da Libertadores e Mundial interclubes em 1981, pelo Flamengo. (blog Salgueiro FC)



A BODEGA deseja a todos um feliz e santo 2012. Que a paz do Senhor Jesus faça morada em cada coração.


Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

DO EMPREENDEDORISMO "quase" ao futebol

É DE CONHECIMENTO de todos que no mercado de trabalho e nas várias áreas de atuação, exige-se um perfil de profissional que seja compatível com o novo cenário de mudanças e turbulências econômicas, políticas e sociais. O profissional do futuro (e esse futuro já chegou) precisa saber se adaptar às várias situações, não se prender em conceitos rígidos e saber defender suas convicções com flexibilidade e cordialidade. Não é preciso (e nem deve) se desviar de princípios morais, religiosos de sua formação, mas é fundamental ser habilidoso para atingir o mais alto nível de atuação sem se "prostituir". A compreensão do bem comum, mais ecológico passa a ser uma prerrogativa do ambiente competitivo e um entendimento "neo-socialista" surge como um alicerce para quem necessita de estabilidade emocional para seguir seu caminho em sua área de atuação escolhida e assim podemos dizer que trabalho vai mais além do que conquistar degraus e alcançar cifras, aspirações estas que também não me faltam. Conhecer, se interessar e se preocupar com os problemas de cada setor profissional, bem como entender sua história de desenvolvimento e ter conhecimento e posicionamento político são comportamentos essenciais se quisermos contribuir para o crescimento de nossa área e, com ela, de toda sociedade.

Tenho observado tais condutas em empreendedores de vários seguimentos, profissionais liberais, funcionários diversos e estudantes.

Mas no que se refere ao futebol, não encontro discussões profundas sobre temas que realmente estão ávidos por estudos, por atitudes e por mudanças de comportamento de quem tem realmente possibilidade de fazê-lo mas uma renovação falsa camuflada pelas "caras novas" quem assume os cargos mais altos de gestão.

Uma pergunta inevitável vem à mente: Com o país mostrando sinais bem evidentes de crescimento econômico, social, vida praticamente plena de política democrática e melhoras no desempenho em vários setores, inclusive em outros seguimentos do esporte e educação, será que o futebol fará o caminho contrário?

Pensemos nos acadêmicos de Educação Física que se preparam pra engajar no meio futebolístico que geralmente se deparam com um mercado restrito de trabalho no chamado "país do futebol" (pra mim é ex) contraditório, não? Em conjunto a isto, a falta de encontros, fóruns, congresso e/ou qualquer evento onde possam ser discutidos, debatidos e divulgados para se construam informações que contribuam de maneira observável na rotina dos clubes do futebol brasileiro. E ainda, é bem observável, análises sem conhecimento de fatos por pessoas de dentro ou fora dos clubes, apenas pela ação de criticar por criticar. (ou seja, não existe formação ética no futebol brasileiro)

Aos leitores que chegaram até aqui tenho a dizer que existem pessoas que adoram esta ignorância e desprezam qualquer tipo comportamento crítico ou idealismo político que possa de qualquer forma "atrapalhar os negócios"(e estão errados, pois não atrapalham, só ajudam). O que é importante sabermos é que não somos terroristas e nem queremos sabotar o futebol brasileiro, não é de interesse deste autor derrubar ou desestruturar nenhuma instituição ou pessoa. Se quisermos andar junto com nosso país, é preciso estarmos vivendo a plena democracia e construirmos as mudanças de maneira sólida.

E é preciso avançar, caminhar em direção a estas mudanças e vencer este conservadorismo impregnado no futebol.
Obrigado. (blog Futebol Profissional)

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

OPINIÃO de Vitor Birner: não há razão para comemorar

Errados desde a base

O Santos continua sendo o melhor time do Brasil.
Tem o sistema defensivo em condições de encarar qualquer adversário daqui e Neymar, único no país capaz de resolver várias partidas com lances individuais.
Talvez conte também com outro boleiro bem acima da média, o Ganso, em dívida desde os problemas de lesão.
As virtudes, tradição e história do Peixe não impediram o Barcelona de lecionar futebol no Mundial.
Os santistas se comportaram como aprendizes embasbacados pela sabedoria de mestres. .
Admiraram a movimentação inteligente que preencheu os espaços, ajudou a recuperar a redonda e deu opções de troca de passes rápidos.
A forma como os catalães derrotaram o Peixe abriu a possibilidade de discutirmos de maneira realista o nosso momento, pois silenciou provisoriamente os ufanistas e abafou o discurso clichê sobre o talento brasileiro.
Vivemos, sim, uma crise técnica.
A carência no meio-campo, setor mais importante para quem pretende atuar em alto nível, está escancarada.
Mano Menezes testou diversos volantes na seleção e nenhum, até agora, convenceu.
Na meia, o problema é grave e crônico.
A partir dos anos 80, os craques da posição foram sumindo.
O Brasil ganhou as Copas sob o comando de Felipão e Parreira sem o especialista da função. Raí perdeu lugar em 94 e Alex, hoje no Fenerbahce, ficou fora da competição em 2002.
O desempenho dos últimos campeões do brasileirão também explica tudo.
Corinthians, Fluminense, Flamengo e São Paulo mereceram elogios por causa da capacidade de marcação e bom aproveitamento nas jogadas de bolas paradas.
Com a dita cuja rolando, eram equipes comuns.
O único meia de destaque nas respectivas conquistas foi o Conca, nascido na Argentina, onde nunca brilhou.
Montillo também não gozava de grande prestígio lá. Ano passado se destacou no Universisdad de Chile.e abriu mercado aqui, no Saara dos meias.
Agora o Cruzeiro recebe propostas altíssimas, ridículas, para negociá-lo. .
Nossa metodologia de trabalho na base é errada.
Ninguém vai me fazer crer que na Catalunha há, entre os jovens, maior oferta de talentos que no Brasil. Vamos cobrar algumas mudanças em 2012.

Só dinheiro
Enquanto ninguém faz nada para resolver a crise de talento, os clubes brasileiros comemoram o aumento das rendas, cotas de televisão, contratos publicitários, venda de camisas e investimentos em geral no futebol.
Pior é ver os torcedores entrando no lenga-lenga.
Do que vale ser rico e ver um monte de jogadores errando passes curtos, cobranças de escanteios, finalizações simples e outros fundamentos básicos do jogo?
Dinheiro só é útil aos times se torná-los mais fortes dentro de campo. (blog do Birner)

AS 10 MAIORES freguesias em clássicos

AS 10 maiores freguesias!

1º LUGAR
Goiás 136 x 65 Vila Nova
vantagem de 71 vitórias para o Goiás.
 
2º LUGAR
Sport 220 x 159 Santa Cruz
Vantagem de 61 vitórias para o Sport.


3º LUGAR
Vasco 132 x 79 Botafogo
Vantagem de 53 vitórias para o Vasco.


4º LUGAR
Bahia 177 x 135 Vitória
Vantagem de 42 vitórias para o Bahia.


5º LUGAR
São Paulo 125 x 91 Santos
Vantagem de 34 vitórias para o São Paulo.


6º LUGAR
Palmeiras 126 x 92 Santos
Vantagem de 34 vitórias para o Palmeiras.


7º LUGAR
Atlético-MG 191 x 157 Cruzeiro
Vantagem de 34 vitórias para o Atlético.


8º LUGAR
CRB 183 x 149 CSA
Vantagem de 34 vitórias para o CRB.


9º LUGAR
Santa Cruz 184 x 153 Náutico
Vantagem de 31 vitórias para o Santa Cruz.


10º LUGAR
Remo 249 x 220 Paysandu
Vantagem de 29 vitórias para o Remo.

(extraído do blog do Gerson Nogueira, Belém, Brasil)

Essa eu já sabia!

sábado, 24 de dezembro de 2011

A BODEGA fechará para o Natal

A BODEGA fechará neste Natal, dando recesso merecido a seus funcionários para que festejem o Santo Natal com suas famílias.

O estabelecimento reabrirá em breve.

Feliz e santo Natal do Senhor a todos.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

OS CAMINHOS que o Barcelona revelou ao futebol brasileiro

Retomada do desenvolvimento da modalidade no país passa por uma qualificação dos profissionais que atuam nas categorias de base e maior atenção dos gestores esportivos

 

Wladimir Braga


AO NOS depararmos com esta avalanche de críticas e comentários a respeito do fantástico Barcelona e da crise proclamada do futebol brasileiro, fico pensando a respeito das várias questões levantadas por atletas, comentáristas, jornalistas, treinadores, torcedores e todas as pessoas que de certa forma se envolvem no ambiente futebolítico, identificam os problemas, mas também não sabem responder quais os caminhos a serem seguidos para que possamos reerguer a auto estima esportiva do "antigo" país do futebol.

Alguns acreditam que o modelo de jogo do Barcelona é um exemplo a ser seguido; outros, assim como eu, visualizam uma reinvenção ou reestruturação da chamada informalmente de "Escola Brasileira de Futebol"; e ainda existem os mais sonhadores que querem resgatar forma de jogar dos anos 60, 70 e 80, época inesquecível de nossa história futebolística.

Independente dos rumos a serem seguidos e já que o Barcelona, sendo o clube do momento e foco das discussões a respeito do melhor futebol do mundo, podemos, sim, afirmar que para quem realmente quer se desenvolver e se firmar no cenário esportivo. Este clube nos revelou alguns caminhos a serem seguidos sem, no entanto, que precisemos copiar nenhum modelo de jogo.

Em primeiro lugar, é de conhecimento de todos a importância do investimento nas categorias base, mas além de cifras elevadas, precisamos de aprimoramento em metodologia, pesquisas, orientação e foco no processo. Além disso, o resultados que mais interessam não estão nos campeonatos ou torneios conquistados, e sim na quantidade de atletas em potencial e no nível de desempenho apresentado por cada atleta na iminência de subir ao grupo principal.

Ainda em relação ao processo de formação, a instituição que pretende otimizar seu setor de base precisa ter bem definidaos quais os conteúdos de treinamento por categoria e como devem ser conduzidos para favorecer ao modelo de jogo pretendido e ao amadurecimento do talento enquadrado no perfil de atleta que o clube procura.

Com relação ao "carro chefe" do futebol, a equipe principal precisa ser conduzida de maneira a sequenciar o projeto de formação, estabelecendo este modelo de jogo e trabalho que norteará todo o futebol do clube e a partir daí extinguir o velho modo de tentativa às escuras que predomina hoje no futebol brasileiro.

Parecem coisas fáceis de se resolver, mas exigem reordenação de organograma, captação de profissionais qualificados para o trabalho, conhecimento científico e finalmente estabilidade e confiança no processo.

O conhecimento de todas as etapas da formação e as intervenções necessárias para cada uma delas só serão válidos se houver paciência e a competência de pessoas capacitadas para sua realização. Do contrário, não passaremos de medíocres.

Não existe outra forma de evoluirmos no futebol se não apostarmos nos atletas do futuro, bem como nos jovens profissionais que estão ávidos por colocar seu conhecimento e potencial em prática. Neste país, sofremos pela pouca valorização do conhecimento e da falta da gestão desse conhecimento que adquirimos ao longo dos anos. Eramos o país do futebol e o que era para melhorar piorou juntamente com o aumento do acesso às informações e à formação profissional, o que é muito contraditório.

Acredito ser possível retomarmos nosso desenvolvimento esportivo e para isto é necessário, também, maior atenção dos orgãos responsáveis por gerir o esporte no país com congressos, fóruns e simpósios para discussões profundas em nível nacional dos rumos a serem seguidos.

"Se alguém tem como objetivo profissional apenas conseguir este ou aquele cargo ou atingir determinado patamar profissional, ganhar seu dinheiro e pronto, é bom ter certeza que isto por si só é muito pouco e que não conquistou nada ainda do que poderia conseguir."

Para chegarmos onde precisamos, além de organizar todo aquele processo de formação e mudarmos a forma de pensar o futebol, é preciso também percepção de cenário político, social e econômico.

O significado do mérito catalão tem mais do que simplesmente altas cifras e treinamento certo. O Barcelona tem definidos conceitos, filosofia de vida e ideologia que são conscientemente defendidas mesmo que apenas implícitas no dia a dia.

Portanto, sequenciando o início, onde coloquei "O que fazer e como fazer", concluo com toda firmeza que é preciso fazer mudanças de verdade e incisivas no pensar futebol e mudar como propensos a nos abster de nossas verdades sem medo de nos diminuir, mas com coragem de fazê-lo justamente para crescermos e prosperarmos como o futuro país do futebol.

*Wladimir Braga é preparador físico das categorias de base do Clube Atlético Mineiro

Para interagir com o autor: wladimirbraga@hotmail.com

Contato: www.twitter.com/wladbraga e www.wladimir-braga.blogspot.com


Resumindo: muita coisa precisa ser mudada de fora para dentro das quatro linhas. É o que pensa o bodegueiro.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

LIÇÕES de Yokohama sob a ótica de um corinthiano


Torcedor santista não sabe onde enfiar a cara
O pior cego é aquele que não quer ver.

O TORCEDOR santista não sabe onde enfiar a cara. Pressionado pela cobrança de diversos companheiros que desejavam ter no BT uma oportunidade de debater a final do campeonato mundial interclubes, vencida pelo Barcelona, resolvi registrar aqui minha opinião, que não foi ainda testada em discussões com ninguém, motivo pelo qual invoco a condescendência dos amigos do blog. 

Demorei pra escrever por duas razões básicas: eu tinha, primeiro, que conseguir parar de rir; e queria, também, assistir ao VT do jogo pra confirmar ou afastar minhas impressões iniciais sobre o jogo.

Anuncio, de cara, que discordo de diversas pessoas que vêm afirmando que o Santos foi humilhado porque “ respeitou em excesso o adversário”. 

Pra mim, a equipe brasileira foi derrotada daquela maneira porque o adversário é MUUUUUITO melhor e pronto.

Nos dias que antecederam a partida, assistimos a um verdadeiro rosário de prognósticos para a grande final.

Desde o óbvio “o Santos tem que jogar” até o inacreditável “o Santos tem que impedir o Barcelona de ficar com a bola”, ouvimos todo tipo de recomendação para a equipe brasileira ser bem sucedida no seu maior desafio.

Ninguém, no entanto, tinha a receita infalível pra vencer o campeão europeu. Porque isso, é lógico, ninguém tem.

Eu fiz coro, aqui e no twitter, àqueles que viam uma possibilidade de vitória do Santos nessa final, exclusivamente porque se tratava de futebol e nesse esporte, sabemos, tudo é possível.

Mas, no confronto leal, nenhuma equipe brasileira hoje tem condições de superar aquela que considero a mais eficiente equipe de futebol que já vi jogar. E, pra quem ficou em dúvida, esclareço logo: sim, eu tive o privilégio de assistir a muitas partidas do Santos de Pelé & Cia, ao vivo e na tv.

Nenhuma equipe de futebol foi tão EFICIENTE quanto esse time do Barcelona, na minha modesta opinião.

Já venho há tempos, também aqui e no twitter, afirmando que Messi, pra mim, só está abaixo do negão no panteão dos gênios da bola.

Não quero com isso dizer que nada pode ser feito e que não há meios de enfrentar com sucesso o time do Barcelona.

Eu só acho que não ajuda nada a gente dizer que o Santos perdeu porque não enfrentou de igual pra igual o Barcelona, que faltou raça ou até (Deus me livre) como disse o Milton Neves, que faltou alguém mais FDP no Santos pra pegar (leia-se dar porrada) nos artistas do Barça.

A falta de consciência sobre a superioridade dos espanhóis faz com que analistas experientes como Casagrande disparasse sua observação surrealista , durante a transmissão, que “o Santos está deixando o Barcelona jogar”, sem explicar, é claro, como resolver esse simples problema.

Com exceção do Ganso, que é um caso à parte e sobre o qual falo adiante, entendo que o Santos fez o que podia diante da superioridade da equipe campeã.

E isso não deve servir pra apagar os erros cometidos na preparação santista pro evento: desprezar campeonatos, poupar jogadores, alimentar a soberba dos atletas (quem não viu a manifestação, que certamente não era solitária, do Léo antes da viajem: -vamo vê lá no Japão se eles são isso tudo mesmo), negociações pendentes com membros importantes do elenco etc.

O episódio de venda de parte dos direitos de Paulo Henrique Ganso na mesma semana da decisão é um exemplo objetivo do que não pode acontecer.

E se há alguém que pode fazer uma análise realmente próxima do que aconteceu naquela partida é PH Ganso, que assistiu a aula a partir de posição privilegiadíssima: de dentro do campo.

E “assistiu”, no caso, deve ser entendido de forma literal. O excelente meia santista provavelmente nunca viu uma partida do campeão mundial, já que não entendeu que, na equipe catalã, ninguém tem o prerrogativa de olhar de longe o desenrolar de uma jogada do adversário, sem participar da retomada da posse de bola.
O que nos remete ao caráter eminentemente democrático do estilo de jogo da equipe barcelonense: todos marcam, todos desarmam, todos atacam. O espírito operário domina o modo de jogar desse time, independentemente da importância da partida.

O resultado do jogo não foi surpresa pra ninguém, a não ser pelo fato de que o placar poderia ser bem mais elástico se fizesse justiça ao que ocorreu na partida.

Embora contando com a contribuição da arbitragem, que insistia em enxergar faltas e impedimentos inexistentes, a equipe santista não conseguiu evitar a derrota humilhante, que poderia ser muito pior se a equipe blugrana não resolvesse “puxar o freio de mão” na segunda etapa, evitando uma situação que provavelmente se tornaria insustentável.

Daniel Alves perdeu 2 gols inacreditáveis, Messi outro, Iniesta mais um, foram duas bolas na trave, e assim a coisa se arrastou até o final do jogo, não sem antes alguns jogadores do Barça colocarem Neymar na roda algumas vezes.

O mais importante resultado dessa vergonha ao vivo pra milhões de espectadores em todo o mundo é o verdadeiro divã virtual em que se transformaram os programas de debate esportivo na tv brasileira. 

A moda agora é todo mundo analisar as causas e os motivos da derrocada santista em Yokohama, como se o fracasso praiano tivesse exposto a todos os súditos do futebol brasileiro que o rei está nu. 

O fracasso no modelo de exportação de jogadores e a supervalorização dos esquemas defensivos das equipes brasileiras estão em todas as pautas.
Bem como a falência, decretada pelo Barcelona, da máxima emitida pelas bocas de todos os importantes treinadores brasileiros, a saber: “bola parada é uma arma importantíssima no futebol moderno”.
Isso sem falar na catimba dos jogadores, baixa qualidade dos árbitros, calendário dos torneios, formação na base, salários inflacionados para jogadores e treinadores, penteado mais importante do que treino, dancinhas mais importantes que os gols, lei Pelé e muito mais. 

Este é o verdadeiro debate a ser feito neste momento e para o qual o espaço do BT está permanentemente aberto. 

Então, doente fiel, quando conseguir parar de rir da humilhação sofrida pela equipe da Ponte Preta do litoral, não deixe de contribuir pra esse grande debate nacional. 


Quem conhece a sua ignorância revela a mais profunda sapiência; quem ignora a sua ignorância vive na mais profunda ilusão. Lao-Tsé

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

FORTALEZA quer contratar Tiago Potiguar


Falando hoje ao repórter Lando Maciel da Rádio Ouro Branco de Currais Novos, o natalense naturalizado Curraisnovense, o Thiago Potyguar, confirmou que está negociando com o Fortaleza/CE e bastante avançada as negociações. Segundo o mesmo deve mesmo vestir a camisa tricolor do Pici.Vamos aguardar  mais informações.(blog Terra da Xelita, Currais Novos - RN, Brasil)


OPINIÃO não se discute: surpresa?

QUEM TEM TV a cabo ou é meramente mais curioso além dos jogos de futebol que passam nos canais abertos, sabe perfeitamente o tipo de futebol que vem sendo jogado na Europa, principalmente na Espanha, precisamente pelo Barcelona. Hoje, muitos jovens já torcem abertamente por Barça ou Real, Arsenal ou Manchester, atraídos pelo bom e moderno jogo, os gramados perfeitos e a ética posta em prática. Tudo ao contrário que acontece no Brasil. Durante a semana que antecedeu ao jogo entre Santos e Barcelona, não me preocupei com as manchetes enchendo a bola de Neymar & Cia. Tudo era promoção do jogo. Mas parece ter sido necessário os brasileiros levarem o previsível baile para que todos se dessem conta do abismo em que nos encontramos. O que melhor tem saído é que a derrota fez o futebol brasileiro ir para o divã. Agora, todos querem mudanças. O técnico do Santos, com a estupidez usual, fez de conta que não levou uma lição atordoante. Pepe Guardiola ainda deu a última bofetada, dizendo que o Barcelona tenta jogar como os brasileiros jogavam. Na América do Sul, recentemente, o tipo da Universidade Católica do Chile tornou-se campeão da Copa Sulamericana de maneira invicta. Deu surras no Flamengo e Vasco desmoralizantes. Seu técnico, desconhecido, argentino, copia o modelo catalão de jogar. Quanto menor a distância entre o último defensor e o último atacante, mais compacto estará a equipe. Toque de bola. Toque de primeira. Toque rasteiro. Não desperdice a bola. Controle da bola pelo maior tempo possível. Circulação da bola, como no basquete ou futsal, aguardando uma infiltração, geralmente na diagonal, para driblar o impedimento. E gente que sabe jogar bola. Todos. Um zagueiro como o esforçado Durval, não poderia estar ali, naquele jogo. Não sabe jogar. Está nervoso. Neymar é melhor que Messi? Não brinquem. O brasileiro até pode chegar a ser como o argentino, mas vai precisar jogar competições importantes, suportar pressão, jogar para o time, ter toda ética do mundo, disputar Copa do Mundo e ser um gênio. Ainda falta muito. Fiquei com pena de Ganso. Não conseguiu jogar. Ainda assim, foi autor dos poucos passes, dois ou três, que representaram perigo para Baldez. E Mano Rodrigues, o que diz? Até agora sua seleção serviu apenas para vender o passe de corinthianos ruins de bola. Não tem seleção, não tem esquema, não tem nada. Será que há porvir para nós? (Edyr Augusto Proença, Belém - PA, Brasil)

Sempre discuto - mesmo não abertamente - sobre quando aparece um jogador que a grande imprensa esportiva logo o chama de craque. Foi assim com Ronaldo Gaúcho, Robinho, e agora Neymar. Eu me pergunto: realmente o cara é bom ou faz isso tudo porque seus marcadores são incompetentes? Muitas vezes, as duas coisas. O tempo dirá se Neymar será um grande craque (para isso tem de estar acompanhado de outros bons de bola, caso contrário os resultados não serão bons)

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

CRAQUES inesquecíveis: Sócrates


A SÉRIE "Craques Inesquecíveis" do Blog Salgueiro FC chega à camisa 8. E ela tem dono: Sócrates. Não existe um jogo do Magrão que tenha marcado mais minha vida de amante do futebol. Na verdade, minha relação com o doutor foi muito especial desde o início, quando passei a idolatrar o futebol e consequentemente aquele cara alto, magrelo, feio pra caramba, e que insistia em usar o calcanhar para fazer magia com a bola. Que coisa!
 
Costumo dizer aos amigos e inimigos que Sócrates e Zico, nesta ordem, foram os maiores jogadores que vi atuar. Sentia prazer em ver estes dois craques em ação. Porém, com Sócrates a relação era especial, já que ele atuava em São Paulo, na minha cidade, e o Zico era do Flamengo, até então um time dos mais "odiados" por ser quase que imbatível na década de 80.
 
A maior recordação que guardo do doutor são os desenhos que eu fazia dele, sempre com a chuteira e os joelhos machucados, justamente ele que poucas vezes ia ao chão, tamanha classe com a bola nos pés. Mas meus desenhos era sempre os mesmos. Nada de desenhar casinha, sol, montanha... O negócio era bola, repórter entrevistando jogador... E Sócrates estava em todos os desenhos.
 
O doutor foi um ídolo único. Com a bola nos pés, um craque genial. Sem ela, fora de campo, um democrata, que revolucionou a bola. Assisti recentemente uma entrevista do craque, que me emocionou. Senti que a aposentadoria de Sócrates deixou o futebol mais pobre de classe e de ideias.
 
Sócrates contou que ficou um tempo sem comemorar gols pelo Corinthians, após deixar o Pacaembu num camburão da Polícia por causa da revolta da Fiel. O craque peitou a massa alvinegra, que passou a respeitá-lo. Segundo ele, foi a forma encontrada para impor respeito na relação com os torcedores. O craque foi entendido e a partir dali respeitado.
 
Sócrates disputou duas Copas do Mundo (1982 e 86) e não venceu nenhuma. Atuou pelo Corinthians sem nunca ganhar um título nacional, mas entrou para a história do clube. Ele fez história mais pelo futebol do que pelas conquistas.
 
Do irmão de Sócrates, um outro craque, Raí, veio a afirmação um dia: "Meu irmão jogou muito mais que eu. Raí foi mais profissional. Sócrates mais jogador.
 
Acompanhei um dia uma homenagem da diretoria corintiana para ex-jogadores do clube, num dia de sol, no Morumbi. Depois de muito tempo, Sócrates voltou a pisar no gramado do estádio tricolor, seu palco preferido com a camisa do Timão na década de 80. Sentado na pequena área do gol de entrada do estádio, Sócrates permaneceu longos minutos olhando para a torcida corintiana, visivelmente emocionado.
 
Perguntado sobre a homenagem, pediu um tempo aos repórteres, pois queria curtir um pouco mais a torcida. Depois, se levantou e atendeu gentilmente a todos. Porém, antes, uma bola espirrada foi na direção do ex-craque que, de surpresa, matou-a no peito e, antes que ela fosse ao chão, deu um toque de calcanhar, acertando a trave. Foi a prova de que a classe e a genialidade seguem ao seu lado, apesar da barriga e da falta de fôlego.
 
Sócrates se despediu de nós, amantes do futebol, no último dia 4. Um dia triste para o mundo da bola, pois o Doutor estava acima de qualquer paixão clubística. Você faz falta pra caramba, Magrão! Até a próxima!

Quem é ele? Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira
de Oliveira
Posição: Meia
Nascimento: 19/02/1954
Copas: 1982 e 1986
Jogos pela seleção: 63 (3 não-oficiais)
Gols pela seleção: 25 (3 não-oficiais)
Clubes: Botafogo-SP, Corinthians, Fiorentina-ITA, Flamengo e Santos
Títulos: Campeão paulista em 1979, 1982 e 1983, pelo Corinthians; e Estadual do Rio em 1986, pelo Flamengo.
 
(blog Salgueiro FC)

PROCURA-SE!


CADÊ O NEYMAR?



domingo, 18 de dezembro de 2011

JUCA Kfouri: Barça campeão com futebol de outro planeta



Por Juca Kfouri

O SANTISTA pode sim se orgulhar por ter visto seu time na final no Japão, protagonista da bela cerimônia que antecedeu a decisão com o Barcelona, mostrada para o mundo inteiro. No jogo, é verdade, foi coadjuvante, como se temia, e apenas viu o rival jogar. Porque o Santos é deste planeta e o Barcelona não é. O primeiro gol até que demorou a sair, aos 16, com Messi encobrindo Rafael sutilmente depois de uma matada escandalosamente bela de Xavi, de chaleira.

Daí em diante foi ficando cada vez mais fácil, com o próprio Xavi ampliando aos 23, com  Fàbregas mandando primeiro na trave, aos 28 e, depois, aos 44, marcando o terceiro gol, assim naturalmente. Para piorar, aos 30, o Santos tinha trocado Danilo, machucado, por Elano. Se o Al-Sadd tomou de 4, sem forçar, time, aliás, que superou o Kashiwa nos pênaltis na disputa pelo terceiro lugar, no intervalo já estava 3 contra o campeão da América. E ainda sem forçar.

Em menos de 10 minutos no segundo tempo o time catalão já criara mais três chances claras de gol, contra um contra-ataque perigoso brasileiro. Era o Santos tratado como se fosse um Bétis qualquer, apenas para lembrar os que desdenham da facilidade do Campeonato Espanhol. Aos 10, o Barça começou a poupar e trocou Piqué pelo ex-corintiano Mascherano e Xavi, de tanto brincar, entregou um gol para Neymar, que Valdes impediu.


Borges deu lugar a Alan Kardec e Thiago a Pedro, aos 33. Pareceu que a ordem de Pep Guardiola no segundo tempo foi a de que só valia gol bonito, e o Barça foi perdendo gols por puro preciosismo. Até que, aos 37, Messi fez o quarto, em jogada com Daniel Alves, num corta-luz belíssimo e uma finta minimalista sobre o goleiro Rafael: 4 a 0! Sim, o Barcelona é chato.

Porque só ele quer jogar. E só ele joga. Aquela coisa de ser o dono da bola e querer mandar em tudo. O pior é que manda. 68.166 torcedores no estádio de Yokohama se divertiram com tal chatice, até mesmo os santistas que, conformados, não pararam de gritar o nome dos campeões da Terra, com direito ainda ver Daniel Alves mandar mais uma bola na trave, aos 34.

Na verdade ficou barato, porque 7 a 1 seria o placar mais verdadeiro. Ao cabo, Neymar matou a pau: “Tomamos uma aula de futebol do melhor time do mundo”.

sábado, 17 de dezembro de 2011

DIA PARA fazer história

UM NOVO dia está para chegar em Yokohama. Está chegando a hora da decisão do Mundial de Clubes entre Barcelona e Santos.
O Barça é favorito. O Santos pela primeira vez no ano é franco atirador e poderá jogar totalmente no contra-ataque.
O Barça gosta da bola, o Santos também, mas nem tanto. Se acontecerem alguns contra-ataques durante o jogo já está bom.
O Santos joga por uma bola, a bola de Neymar ou a bola de Ganso para Neymar.
O Barcelona sabe disso e tratará de vigiar Neymar.
O Barcelona costuma alugar meio-campo, dificilmente chuta de fora da área e entra tocando com muita qualidade.
O que fazer para segurar um time assim? Tem é que jogar bola também e mostrar que está vivo.
O Santos tem que tentar jogar o seu jogo e do seu jeito. Se mudar muito vira presa fácil para o Barcelona.
Só resta dizer: que ganhe o melhor, mas o melhor até a bola rolar é o Barcelona.
O Santos terá que mudar isso dentro de campo. É o único jeito de fazer história. (blog do Quartarollo)

Acho que o Barcelona também está preocupado com o Santos. Talvez até mais do que imaginemos. Vamos ver amanhã. O Inter já mudou essa história em 2006. Que ganhe o melhor e que o melhor, ao final, seja o Santos de Neymar, Ganso, Borges e cia.

PAPAI Noel no Japão

(blog do Juca Kfouri)

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

DOMINGO, que não chega!

NESTA entre-safra do futebol brasileiro a gente fica que meio órfão, principalmente quando chega o domingo.  Domingo para o brasileiro é sinônimo de futebol; não tem jeito. Domingo e futebol, tudo a ver. O domingo sem futebol é como chuchu: não tem gosto de nada.

E neste domingo o Santos terá a oportunidade de chegar ao seu terceiro título mundial.

Deixa eu abrir parêntesis: o Santos, pelo menos para mim e creio que para a maioria do povo brasileiro, é daqueles times simpáticos que a gente torce mesmo que seja corinthiano, palmeirense, flamenguista, alvi-negro (qualquer alvi-negro), tricolor, sãopaulino, azulino e bicolor. Fecho o parêntese.

Creio que tal simpatia deve-se a um único nome: Pelé. Pelé é daqueles que a gente torce pela beleza do futebol, mesmo que seja jogador do nosso maior rival. Também pertencem a esse grupo seleto Garrincha, Zico, Sócrates e mais uns quatro ou cinco, no máximo.

Mas sim, domingo poderá dar Santos. Não será nenhuma zebra. Assim como - vira esta boca para lá - poderá ser goleado. Também será normal a derrota. Só espero que Ganso, Neymar, Borges e companhia estejam inspirados e a vitória será nossa, do Brasil.

Que o domingo chegue logo.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

DOUTOR Sócrates



SÓCIOS do Brasileirão!

DO POST Visão de 2012 (Veja na íntegra aqui!) nasceu este levantamento que também contou com a colaboração do torcedor-internauta Ricardo Almeida. Nesta quinta-feira, o blog rbrito mostrará a assiduidade dos 20 clubes no Campeonato Brasileiro da Série A.

O rebaixamento do Atlético-PR deixou a elite órfã de seu clube com a maior presença na competição. Isso sem contar os cinco times que ainda não foram rebaixados - Cruzeiro, Flamengo, Internacional, Santos e São Paulo. O Furacão jogou 16 vezes seguidas a primeira divisão, de 1996 a 2011. Neste período, o clube paranaense foi campeão em 2001 e vice em 2004.
Antes do Atlético, o rival Paraná foi figurinha carimbada na Série A. O Tricolor paranista, que entrou em uma profunda crise, ficou de 1993 a 2007 na elite do Brasileirão - mesmo período do Juventude. A Ponte Preta, de volta à primeira divisão, chegou a permanecer na Série A de 1998 a 2006. Já o Goiás foi de 2000 a 2010.

Postulantes!
Sem o Atlético-PR e estas outras sequências citadas pelo blog rbrito, quem assume a ponta é o Fluminense - ainda sem considerar os cinco que não caíram. Após amargar o rebaixamento à Série C e pegar o elevador direto para a Série A, sem passar pela Série B, o Tricolor carioca não desceu mais. O Flu se mantém na elite desde 2000 - ano da malfadada Copa João Havelange.

As 13 participações superam a dupla Palmeiras e Botafogo que estão na Série A desde 2004, após amargarem o rebaixamento. Enquanto isso, o Grêmio vai para seu sétimo ano, contra o sexto do Atlético-MG. Já o Corinthians, atual campeão brasileiro, se prepara para a quarta temporada seguida após o acesso em 2008.

Vasco e Atlético Goianiense somam três anos consecutivos, contra dois de Bahia, Figueirense e Coritiba. Os quatro da Série B - Portuguesa, Ponte, Náutico e Sport começarão a batalha em 2012.

Falando em Série B...
A permanência na Segundona Nacional é mais curta. Até 2009 tinha o Ceará, que disputava desde 1994 a Série B. Agora o recordista é o São Caetano, que vai pra sexta participação (2007).


Confira a sequência dos 20 clubes na Série A do Brasileirão:

Cruzeiro - 1971 a 2012
Flamengo - 1971 a 2012
Internacional - 1971 a 2012
Santos - 1980 a 2012
São Paulo - 1980 a 2012
Fluminense - 2000 a 2012
Palmeiras - 2004 a 2012
Botafogo - 2004 a 2012
Grêmio - 2006 a 2012
Atlético-MG - 2007 a 2012
Corinthians - 2009 a 2012
Vasco - 2010 a 2012
Atlético-GO - 2010 a 2012
Bahia - 2011 a 2012
Figueirense - 2011 a 2012
Coritiba - 2011 a 2012
Portuguesa - 2012
Náutico - 2012
Ponte Preta - 2012
Sport - 2012
(blog R. Brito)

QUE venha o Barça!



quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

QUE venha o Barcelona

SANTOS ganhou do Kashiwa por 3 a 1. Gols de Neymar, Borges e Danilo.
Agora é encarar o poderoso Barcelona. É aguardar.

SANTOS estreia hoje contra o Kashiwa Reysol

CHEGOU um dos momentos mais aguardados pelos santistas ao longo do ano: o Mundial de Clubes da Fifa. Na manhã desta quarta-feira, o Santos tenta a vaga na final da disputa ao encarar o Kashiwa Reysol (JAP), às 8h30 (de Brasília), no Toyota Stadium, em Toyota. O Peixe faz sua estreia na competição, enquanto que os japoneses tentam novamente surpreender e avançar para a final, repetindo o feito do Mazembe (CON) diante do Internacional, em 2010. 

O Santos entra no Mundial somente na fase de semifinal por ter sido campeão da Copa Libertadores de América. Na final, o Peixe bateu o Peñarol, no Pacaembu, e levantou a taça pela terceira vez. Agora, o Santos tenta também o terceiro título mundial, pois venceu Benfica e Milan na década de 1960 e levantou duas vezes a taça de “dono do mundo”. Naquela época, Pelé e cia encantaram o planeta, será que agora Neymar e cia vão repetir o feito? 

Já o Kashiwa Reysol entrou no Mundial de Clubes após conquistar o título de campeão japonês. Na primeira fase, o Kashiwa, que é treinador pelo brasileiro Nelsinho Batista, superou o Auckland City (NZL), por 2 a 0, e avançou. Nas quartas-de-final, o adversário foi o Monterrey (MEX), atual campeão da Concacaf, mas o time japonês venceu nos pênaltis, por 4 a 3, após empate no tempo normal, por 1 a 1. 

Foco em Neymar!
O brasileiro Nelsinho Baptista exaltou o atacante Neymar. O treinador mostrou grande preocupação com o poder de desequilíbrio do astro da equipe de Muricy Ramalho e o chamou de "superstar" em entrevista coletiva antes do duelo desta quarta, em Nagoya.
"O Neymar é um jogador que sem dúvida tem um grande potencial. Pode chegar a ser o melhor do mundo", afirmou o comandante, que depois lembrou que o Santos conta com outros jogadores que são decisivos. "Todo mundo fala de Neymar, não há dúvida de que é o superstar. Mas também tem Ganso, Elano e o Borges. O Santos todo tem jogadores muito bons. Arouca, Danilo pela direita, o próprio (Edu) Dracena", completou. 



Além de exaltar Neymar, Nelsinho reconheceu o favoritismo do Santos na semifinal, mas chega confiante na luta por uma vaga na decisão, após o Kashiwa Reysol ter eliminado Auckland City e Monterrey em sua campanha neste Mundial. "Barcelona e Santos são os favoritos", admitiu o treinador, que poderia encarar o rival espanhol na decisão da competição se surpreender o time santista nesta quarta-feira. 

Já ao ser questionado sobre o fato de que irá reencontrar o Santos, após ter sido demitido do comando do clube em 2005, após uma goleada de 7 a 1 para o Corinthians, Nelsinho revelou "carinho" pelo time da Vila Belmiro, mas deixou claro que tem saudade apenas da época em que foi jogador da equipe santista, na década de 70. "No Japão existe um contrato e se respeita pelo tempo que dure, haja resultados ou não, só se rescinde se ocorrer algo extraordinário, se não, se mantém. No Brasil, a permanência depende de três resultados e assim é difícil trabalhar", reclamou. 

"Tenho carinho e gratidão ao Santos, pelos momentos que vivi dentro do clube, mas vou enfrentá-los como o que sou agora, um adversário", completou o técnico, antes de revelar que não nutre nenhum tipo de "sentimento" em relação ao rival brasileiro durante a preparação para a semifinal. 

Antes do Barcelona...
O técnico Muricy Ramalho afirmou que espera por um duelo complicado para o Santos. O treinador ressaltou que o rival virá embalado após eliminar Auckland City e Monterrey na competição e destacou o fato de o adversário ser o atual campeão japonês. 

"Vai ser difícil porque é uma estreia. A dificuldade está aí. Se é campeão, não é por acaso. Se a gente passar, tudo pode acontecer na final", afirmou o comandante santista, em entrevista coletiva, na qual deixou em segundo plano o favoritismo da equipe brasileira. "Como eu sou treinador, conheço um pouco de futebol, a gente não entra mais nessa. Vamos fazer um jogo contra um time que ganhou dois jogos e é campeão, e isso não é por acaso", repetiu. 

E Muricy deixou claro que ainda não quer pensar em uma possível decisão contra o Barcelona, que na quinta-feira joga a outra semifinal do Mundial contra o Al-Sadd, do Catar. Ao ser questionado sobre como está encarando o confronto desta quarta, ele respondeu: "É o jogo mais importante da minha vida, é o jogo mais importante para o Santos e é importante para todos nós. Temos que encarar que o próximo jogo é sempre o jogo da nossa vida, então este será o jogo da nossa vida".

O treinador adota o discurso cauteloso porque sabe que pode ser surpreendido pelo Kashiwa, tendo em vista outros fracassos históricos do futebol, e lembrou que os jogadores Santos têm consciência disso. "A gente sabe que o time japonês vai nos dar bastante trabalho e pode nos atrapalhar. A gente tem o pé bem no chão e está consciente em relação ao que é o time japonês", disse. 

Elano confirmado
A entrevista coletiva também serviu para Muricy confirmar a presença do meia Elano no time titular do Santos. O treinador admitiu que o jogador ainda não está com as condições físicas ideais, pois disputou apenas dois jogos pela equipe após ter se recuperado de lesão que o deixou afastado do time por um bom tempo, mas mostrou confiança na experiência e na categoria do atleta para o Mundial. 

"Acho que ele chega bem, não teve muito tempo para se preparar, assim como o Léo (que também se recupera de lesão). Ele teve uma contusão séria e só jogou dois jogos, mas ele não sente mais a lesão. A parte física ainda não está 100%, mas é um jogador que se recuperou bem, que mostrou no treinamento e no dia a dia (sua utilidade) e vai para o jogo. Ele está escalado", confirmou.
(Agência Futebol Interior)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

HOJE faz 30 anos!


Nota: não torço para o Flamengo, muito pelo contrário. Meu único time é o Clube do Remo, o Grêmio de Periçá. No entanto, sou amante do belo futebol e seria injustiça ou miopia da minha parte não reconhecer aquele grande time do Flamengo de 1981, de Zico e cia. Parabéns, nação rubro-negra pela data.

CBF divulga primeiros jogos da Copa do Brasil

A CBF divulgou no final da manhã desta terça-feira os duelos da Copa do Brasil-2012, que vai começar no dia 7 de março e terá a decisão em 25 de julho. A entidade acrescentou que, até sexta, “estará publicando a tabela detalhada do torneio” – com data, horários, estádios e TVs de cada partida. Os paulistas Palmeiras e São Paulo só podem se enfrentar na final. Do lado da chave palmeirense, há clubes como Ceará, Cruzeiro, Atlético-PR, Criciúma-SC, Grêmio, Náutico, Bahia e Portuguesa. Do lado da chave são-paulina, os principais times são Atlético-GO, Ponte Preta, Atlético-MG, Coritiba, Sport, Botafogo, Goiás e Vitória. Todos estes times jogam a primeira partida fora de casa. Caso vençam por dois ou mais gols de diferença, não precisarão realizar o confronto de volta. Atual campeão, o Vasco vai disputar a Libertadores. Os outros brasileiros na competição sul-americana são Santos, Corinthians, Fluminense, Flamengo e Inter. Veja a tabela da primeira rodada:

Palmeiras x Coruripe-AL
América-RN x Horizonte-CE
Ceará x Gama-DF
Paraná x Luverdense-MT
Cruzeiro x Rio Branco-AC
Chapecoense-SC x São Mateus-ES
Atlético-PR x Sampaio Corrêa-MA
Criciúma x Madureira-RJ
Grêmio x River Plate-SE
Ipatinga-MG x Real-ES
Náutico x Santa Cruz-RN
Fortaleza x Comercial-PI
Bahia x Auto Esporte-PB
Clube do Remo x Real-RR
Portuguesa x Cuiabá-MT
Juventude-RS x Operário-PR
São Paulo x Independente-PA
Bahia de Feira-BA x Aquidauanense-MS
Atlético-GO x Gurupi-TO
Ponte Preta x Sapucaiense-RS
Atlético-MG x CENE-MS
Santa Cruz-PE x Penarol-AM
América-MG x Boavista-RJ
Goiás x Paulista-SP
Coritiba x Nacional-AM
ASA-AL x Santa Quitéria-MA
Sport x 4 de Julho-PI
Paissandu-PA x Espigão-RO
Botafogo x Treze-PB
Guarani x Brasiliense
Vitória x São Domingos-SE
ABC x Trem-AP
(blog do Gerson Nogueira, Belém, Brasil)

FAZ 30 anos


Flamengo de 1981

A MAIOR partida da história do Flamengo. O jogo da vida de todos os rubro-negros. Este foi o Flamengo x Liverpool, de 13 de dezembro de 1981. Campeão da Taça Libertadores da América, batendo o Cobreloa na final, a equipe brasileira entrava em campo para eliminar o estigma de que não era apenas "time de Maracanã", visto que seus principais títulos até aquela época foram conquistados no "Maior do Mundo" (lembrando que apenas 20 dias antes o clube havia derrotado o Cobreloa em Montevidéu, conquistando o título continental de 1981).

As épocas douradas dos dois times iniciaram juntas, em 1978, ano que a equipe inglesa venceu a Liga dos Campeões da UEFA, dando início a uma seqüência de conquistas de dois campeonatos ingleses (1979/1980) e o título europeu de 1981. Enquanto isso, o clube brasileiro vencia o tricampeonato carioca (1978/1979/1979 especial), o Campeonato Brasileiro de 1980, o Campeonato Carioca 1981, além do título continental deste mesmo ano.



O Liverpool era o grande favorito por ser o maior time da época. O time inglês superara Bayern de Munique e Real Madrid nas duas últimas fases - semifinais e final, respectivamente - da Copa dos Campeões da UEFA. Mas, essa fama dos ingleses e seu ar arrogante de superioridade seriam fatais para eles.

Os 62.000 torcedores que compareceram ao Estádio Nacional de Tóquio, dentre eles, muitos rubro-negros, não viram um show dos vermelhos, mas sim, do vermelho e preto, que trajava sua camisa branca na decisão. Viram um show de Zico, inspiradíssimo. Viram um show do futebol brasileiro. Um show que garantiu o título para o Fla ainda no primeiro tempo, com um indiscutível 3x0, para acabar com as dúvidas de quem era o melhor. Não apenas naquela partida, mas o melhor do mundo. E era o Flamengo. (blog do André Isac, Goiânia, Brasil)

Vamos torcer que, a exemplo do que fez o Flamengo contra o Liverpool há 30 anos, o Santos derrote o favorito Barcelona.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

QUEM segura?

(do blog do Milton Neves)

PAULO Vinícius Coelho: como funciona o carrossel do melhor time de futebol do planeta

OS JORNAIS deste domingo não dão a dimensão do que aconteceu no Santiago Bernabéu na noite de sábado. Durante as últimas semanas, o que se ouviu foi que o Barcelona versão 2011/12 não repete o que fizeram os times das três temporadas anteriores. É fato que empatou os jogos grandes, antes de atropelar o Milan em San Siro. 

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O time do início do jogo: 4-3-3, com Daniel Alves lateral-direito, Messi aberto pela direita
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O Barça a partir dos 18 minutos, aproximadamente: Daniel na ponta, Messi centroavante, Iniesta e Fabregas num 3-4-3. Mudanças não param por aí e os cinco mais ofensivos invertem posições sempre
Também que não jogava bem as partidas do Campeonato Espanhol fora de casa – ainda que esse fato esconda que ganhou as três da Liga dos Campeões como visitante. O Barça também chegou ao Bernabéu contabilizando um empate a cada quatro jogos, o maior desperdício de pontos da era Guardiola.

E, então, o Bernabéu assistiu à mais revolucionária das versões do Barça desde o Dream Team de Johan Cruyff.

San Siro já havia visto isso, com noventa minutos no 3-4-3 e variação de posições que torna impossível dizer quem joga em que lugar.
Contra o Real, foi ainda mais:

“Eu queria ter mudado para a defesa a três com 3, 4 minutos de jogo”, disse Guardiola em sua entrevista coletiva. “Mas perdendo com um gol tão cedo, tive de esperar um pouco.”

Aos 18, o time já tinha Puyol pela direita, marcando Cristiano Ronaldo, Pique como líbero, Abidal na cobertura de Benzema e Busquets colocando-se ora como volante, ora como quarto-zagueiro. Com a bola, o time já estava no 3-4-3.

A movimentação defensiva não é a única. O meio-de-campo começou com Busquets, Xavi e Fabregas e o ataque com Messi à direita, Alexis Sánchez e Iniesta pela esquerda.

No 3-4-3, o meio passou a ter um losango, com Busquets, Xavi, Fabregas e Iniesta, o dono da partida.

O ataque com Daniel Alves, Messi e Alexis Sánchez.

E então Messi vem buscar o jogo atrás dos volantes, inverte de posição com Fabregas. Ora Daniel joga na meia direita e Messi vai para a ponta.

O carrossel de Rinus Michels ficou na história sem ter tantas trocas de posição quanto este Barcelona.

Se você não gostar da palavra carrossel, pode chamar de revolução. (blog do PVC)

domingo, 11 de dezembro de 2011

VITOR Birner: licença para falar do Magrão

SÓCRATES nunca enxergou em si mesmo o gênio da bola. Na verdade nem gostava tanto assim de ser Sócrates.

Querido por todas as torcidas, era normal alguém se aproximar para conhecê-lo. Quem chegava rasgando elogios a categoria e estilo refinado em campo, e o chamava pelo nome de batismo, dificilmente conseguia cativá-lo. 

Nas ruas e bares da vida, bastava alguém dizer “ Magrão” e emendar o bate-papo sobre política, música, poesia, amor e futebol, de preferência misturando tudo na mesma panela existencial, para ter diante de si o amigo.

Certa vez, conheceu um pessoal na boteco da Vila Madalena. Conversaram enquanto tomavam algumas e na momento de ir embora convidaram-no para a festa no apartamento de um dos anônimos. No fim da madrugada, horas depois, o Doutor apareceu lá com cervejas. 

A idolatria o incomodava. O Magrão gostava de simplicidade e alegria. As boas relações alimentavam sua alma. 

Parecia ter vindo de outra sociedade. Não ambicionava dinheiro, fama e poder, metas de grande parte dos cidadãos. Tampouco reagia de maneira violenta a nada. A natureza dele impedia agressões físicas ou verbais, vinganças e o desejo de ver alguém mal. 

Tinha outros defeitos, nenhum nocivo ao mundo. Sonhava ver a humanidade feliz e unida. Defendia a educação como principal agente de transformação social. Inúmeras vezes ouvi ele falar em “conscientização” e “ desenvolver o senso crítico”. 

Repare na trajetória íntegra do Magro. 

Abriu mão de todos os benefícios que sua própria história poderia fornecer em troca de manter as convicções puras. 

Se estivesse a fim de entrar no jogo, o líder da democracia corintiana, provavelmente o segundo homem mais popular do período das ‘Diretas Já’, atrás apenas do ex-presidente Lula, teria espaço em partidos políticos e altos cargos do governo. 

Mais que inteligente, o sábio não fazia concessões com verba pública. Conhecia o sistema e continuou a luta de cabeça erguida, caminhando à margem do politicamente correto na terra dos Havelanges, Teixeiras e outras figuras parecidas. 

Acompanhei o futebol do Sócrates desde o Botafogo. Foi maestro, diferente, espetacular, craque!!! Conheci o Magrão faz poucos anos e garanto: o ser humano dava baile no camisa oito.

sábado, 10 de dezembro de 2011

OPINIÃO de Juca Kfouri: o fim de semana é do Santos

NO SÁBADO, às 19h de Brasília, em Madrid, o clássico espanhol, entre Real Madrid e Barcelona. 

 Os merengues estão três pontos na frente dos catalães no Campeonato da Espanha e têm um jogo a menos.

Uma vitória em Santiago Bernabeu os deixará virtualmente com nove pontos de vantagem ao faltarem três jogos dos 19 do primeiro turno.

O Barça precisa vencer para embarcar moralmente forte para o Mundial de Clubes do Japão, com estreia marcada para quinta-feira.

Antes, na quarta, a estreia do Santos em busca do tricampeonato.

Contra os japoneses do Kashiwa Reysol ou contra os mexicanos do Monterrey, que jogam no domingo também para Muricy Ramalho ver, às 8h30 da manhã no horário brasileiro.

Antes, às 5h, Al-Sadd, do Qatar, e Esperance, da Tunísia, decidem quem enfrentará o time espanhol.

Em resumo, no sábado e no domingo, dois jogos interessantes para serem vistos com os olhos da Vila Belmiro. (Juca Kfouri)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O JOGO de 1 bilhão de Euros





ISSO mesmo: € 1,000,000,000.00.

Zeros de monte à direita, onde valem, não à esquerda, onde nada valem no dito popular.

Esse valor corresponde à soma dos valores estimados de mercado para os jogadores que estarão presentes no superclássico de sábado – Real Madrid x Barcelona – e inclui tanto os atletas em campo como nos bancos de reservas. O levantamento foi feito pela Pluri Consultoria, a exemplo dos demais sobre jogadores e times mais valiosos, e é bastante interessante, seja como informação, seja como curiosidade.

Grosso modo, esse valor corresponde, hoje, a 2,5 bilhões de reais ou, também podemos dizer, ao valor total dos 25 times mais valiosos do Brasil. 

Complementando essa informação, Madrid e Barça fecharam a temporada 2010/2011 com faturamento recorde de 480,2 milhões para o primeiro e 461,1 para o segundo, totalizando 941,3 milhões de euros, pouco menos, portanto, que a soma de seus elencos no jogo do próximo sábado.

Os dois clubes têm grandes dívidas e a situação de caixa do Barça ainda exige cuidados, agora bem menos, depois que o Conselho aprovou o patrocínio da Qatar Foundation.

Até por tudo isso, o clássico de sábado é um jogo que pode ser chamado de imperdível.